De quanto dinheiro você acha que estamos falando? A resposta é: de muito! Confira as imagens e os preços a seguir.
Quanto você pagaria por uma foto? Ou nos dias de hoje não pagaria
nada que não fosse álbum de formatura e casamento? Mas e fotos antigas,
relíquias mesmo, quanto será que valem? O portal Gizmodo reuniu os retratos mais caros de todo o mundo e nós vamos mostrar aqui para que você tenha uma ideia do que estamos falando.
O mesmo cara que fez a foto mais cara do mundo é também o que tirou
essa aqui, que ficou em sexto lugar na classificação com essa foto um
pouco mais barata, custando apenas US$ 3,3 milhões.
Localizada no leste da África, região foi esculpida por tumultuada atividade geológica.
Você já ouviu falar sobre a Depressão de Afar? Também conhecida como
Triângulo de Afar, trata-se de uma região no leste da África localizada
entre a Etiópia, Eritreia e a República do Djibouti, na qual ocorre o
encontro de três placas tectônicas, as quais estão se separando a um
ritmo entre 1 e 2 centímetros por ano.
Essa intensa atividade geológica acaba provocando um enorme estresse
na crosta terrestre, resultando no surgimento de fissuras, vulcões,
escarpas, falhas, fumarolas e fontes termais. A imagem de satélite
abaixo — capturada pela NASA
— mostra uma área que parece estar congelada. No entanto, sob a
superfície o magma “corre solto” e mantém nada menos do que 12 vulcões
ativos, sem contar que os tremores de terra são sentidos constantemente.
Nessa região também está localizado o Lago Assal, que marca o ponto
mais baixo de todo o continente africano, a 155 metros abaixo do nível
do mar. Devido à baixa elevação, o Mar Vermelho acabou inundando a
Depressão com frequência no passado, deixando para trás depósitos de sal
que hoje são explorados por mercadores. Surpreendentemente, também
existem inúmeras tribos pastoris que, de alguma maneira, conseguem
sobreviver na região.
Fósseis ilustres
Além da geologia incomum, a Depressão de Afar também é conhecida por ter sido o lar de alguns fósseis famosos, entre eles o Australopithecus afarensis (carinhosamente chamado de Lucy), o Ardipithecus ramidus, Ardipithecus kadabba e o Australopithecus garhi. Além disso, as ferramentas de pedra mais antigas de que se tem notícia também foram encontradas na Depressão.
O fotógrafo George Steinmetz da National Geographic capturou incríveis imagens da região, e você pode conferir uma das paisagens mais surreais do planeta a seguir:
Durante séculos, os blocos de sal foram utilizados na região da
Etiópia como moeda de troca, e a imagem acima mostra caravanas chegando
às minas do Lago Assal.
A fotografia acima retrata trabalhadores processando o sal no Lago
Afrera — mais um da região —, cuja mina ficou temporariamente desativada
depois que a erupção de um vulcão na Eritreia cobriu a área com uma
camada de cinzas.
As estruturas acima são formadas a partir de vapor rico em minerais
proveniente de câmaras de magma localizadas no subsolo, que conforme vai
evaporando, deposita partículas ao longo das passagens de ar.
Considerado como um dos lagos mais salgados do mundo, o calor intenso
da região aliado aos fortes ventos provoca a rápida evaporação das
águas, deixando para trás uma variedade de minerais que se acumulam ao
longo da margem, além de muito sal, claro.
Conheça alguns seres mitológicos assustadores, bizarros e até simpáticos de outras culturas.
Você provavelmente conhece muitos seres lendários, como vampiros,
ogros, demônios, druidas, elfos e monstros de diversos tipos. Mas
algumas criaturas mitológicas de outras regiões do planeta podem ser
totalmente desconhecidas.
São tantas coisas bizarras ou assustadoras que pode ser um
desperdício não conhecê-las. Por isso, trazemos para você uma lista com
as criaturas mais impressionantes que fazem parte da cultura popular – e
que você provavelmente nunca ouviu falar. Apague as luzes, coloque uma música de suspense e boa diversão.
Todas as mitologias contam com seres que são o lado desvirtuado do bem. Czernobogé
a versão eslava pré-cristã da criatura que hoje conhecemos como o
Diabo. Seu nome significa “Deus Negro” e ele tem todo o poder sobre o
mundo das trevas, convocando os mais terríveis demônios para aniquilar o
bem.
Diversas culturas têm em sua mitologia governantes ou guardiões do
reino dos mortos. Na mitologia nórdica, essa tarefa é desempenhada por
Hel, que fica nos portões de Helheim com seu assustador cão Garmr. É
melhor não querer saber quais são seus métodos, mas a lenda garante que
nenhuma criatura do submundo jamais conseguiu escapar do horror
proporcionado por ela.
Jiang-shi – Mitologia chinesa
Jiang-shi é um tipo de vampiro diferente. Ele não vai tentar sugar
seu sangue, mas pode fazer uma coisa ainda mais assustadora: sugar toda a
sua energia vital. Fonte da imagem: Reprodução/ListVerse
O Jiang-shi é um ser do mal capaz de dar saltos enormes. Ele
é criado a partir de um cadáver afetado com magia negra, mas pode ser
facilmente distraído com um punhado de arroz. Ao ver uma grande
quantidade do alimento, Jiang-shi para de seguir sua vítima e só
continua quando terminar de contar os grãos. Quem sabe seja uma boa
ideia carregar um pouco de arroz no bolso se você visitar a China.
Ro-Langs – Mitologia tibetana
Os Ro-Langs são uma versão tibetana dos zumbis. Seu único objetivo é
transformar outras pessoas em outros Ro-Langs – e eles são capazes de
fazer isso apenas com um toque. Embora a parte assustadora de comer
cérebros fique de lado, a ideia de que apenas o toque de um monstro
desses já é capaz de acabar com a sua vida pode fazer você ficar
arrepiado.
As criaturas teriam um aspecto horroroso, movimentos limitados (eles
não seriam capazes de se curvar) e não conseguem falar. Sua única forma
de expressão seriam os movimentos da língua, sem qualquer som.
Barbegazi – Folclore Francês/Suíço
Duendes e gnomos são bonitinhos e podem passar anos em seu jardim sem
que você desconfie de qualquer situação estranha, mas, segundo uma
lenda bastante conhecida na França e na Suíça, existe um tipo de duende
muito mais interessante do que este.
Segundo a Fantasy Encyclopedia, o Barbegazi é um tipo de gnomo de
inverno, que sai de sua montanha apenas quando a neve começa a cair.
Identificá-lo não é um problema: além da barba branca, ele tem pés
gigantescos, que funcionam como pranchas de neve. Ele usa seus enormes
pés para deslizar na neve de forma veloz.
Se você já estava ficando com medo dele, não se preocupe: o Barbegazi
costuma ajudar pessoas presas na neve. Ao encontrar alguém com
dificuldades, ele faz sinais e assovios para que alguém possa ajudar.
Caso ninguém esteja por perto, ele perde o medo de mostrar sua face e
aparece para cavar ao redor da pessoa até que ela se veja livre da neve.
Dois pesquisadores e artistas conseguiram projetar previsões de imagens para os próximos anos. Confira as mudanças a seguir. O Mega Curioso publicou, recentemente, a divulgação de uma pesquisa que previa algumas alterações nas características físicas humanas com o passar de alguns anos, você lembra? Seguindo essa curiosidade acerca do futuro, o pesquisador e artista britânico Nickolay Lamm produziu uma série de imagens que pretendem ilustrar as mudanças na fisionomia do corpo humano nos próximos 20 mil, 60 mil e 100 mil anos, respectivamente. Lamm trabalhou em conjunto com Alan Kwan, PhD em Genômica Computacional, e os dois chegaram a algumas conclusões bastante interessantes que foram estudadas de acordo com algumas interferências tecnológicas em um futuro dominado por seres humanos capazes de controlar suas necessidades biológicas.
Como somos hoje e como seremos em 20 mil anos
Fonte da imagem: Reprodução/MyVoucherCodes Esses pesquisadores acreditam que nosso crânio será maior para poder acomodar um cérebro mais avantajado, o que os levou a deduzir que a cabeça será maior daqui a 20 mil anos, mas a aparência seria parecida com a de alguém de hoje, com uma testa um pouco mais ampla, como você pode perceber na imagem abaixo:
Depois desse período, o homem já terá acesso a meios de comunicação que terão substituído os óculos da Google há muito tempo. Estima-se que esse tipo de tecnologia vai existir por meio de uma espécie de lente informativa. Outro fator previsto para daqui a 60 mil anos é a povoação do espaço por grupos de humanos, que poderão inclusive conseguir chegar a outros sistemas solares. Será? Os humanos dessa época terão olhos maiores, pele mais pigmentada em resposta à maior quantidade de raios UV – esses olhos terão pálpebras mais grossas. Nessa época, espera-se que a tecnologia das lentes seja conectada a implantes ósseos instalados no ouvido, para facilitar as formas de comunicação e entretenimento.
Mas dentro de 100 mil anos o rosto humano vai estar fortemente inclinado aos futuros padrões de beleza que envolverão olhos ainda maiores e mais brilhantes, devido a uma necessidade de maior proteção contra os raios cósmicos. Os narizes serão mais retos e o padrão de rostos cada vez mais simétrico. E aí, o que você achou dessas projeções?
Já imaginou viver atualmente sem micro-ondas, Mario Bros e notebooks?
Você já se perguntou o que seria da vida no planeta caso alguns gênios nunca tivessem nascido? Foi essa a reflexão da equipe da Super, que percebeu que a história teria sido radicalmente diferente caso Albert Einstein não tivesse vindo ao mundo e, automaticamente, não tivesse mostrado que matéria e energia são como duas peças do mesmo quebra-cabeça, que podem se transformar uma na outra.
Como você já deve saber, o físico alemão foi o responsável por criar a Teoria da Relatividade, reformulando completamente os estudos da área. Ou seja, sem Albert Einstein, dificilmente saberíamos (ou demoraríamos muito mais para descobrir) alguns dos pontos mais importantes para estudos da Física.
Um dos maiores sonhos de Einstein era a unificação da teoria física, algo que começou a tomar forma com os trabalhos de pesquisadores modernos, como o astrofísico inglês Stephen Hawking. Isso possibilitou uma mudança gigantesca na ciência, que atualmente trabalha de forma integrada.
Um dos exemplos disso está na unificação da Mecânica Quântica com a Teoria da Relatividade, algo com que Einstein sonhava, mas que só surgiu nas ultimas décadas. Essa união trouxe para a humanidade inovações essenciais para o progresso, como supercondutores, o raio laser e a microeletrônica.
Além disso, a descoberta da bomba atômica se deve muito às teorias de Einstein, fato que culminou na Segunda Guerra Mundial e ainda impulsionou a Guerra Fria alguns anos mais tarde. É possível imaginar que, sem a bomba, o Japão poderia ter sido controlado pela União Soviética e não pelos Estados Unidos. Com isso, é muito provável que os avanços tecnológicos orientais das últimas décadas jamais teriam existido.
O artigo resume tudo em uma simples constatação: sem Einstein, não teríamos a Sony, a Honda, a Nintendo e, muito menos, os joguinhos do Mario. Muito além disso, o legado de Einstein também modificou a política, já que a tensão da Guerra Fria foi a responsável por tornar o mudo uma gigantesca arena política.
Se você se lembra bem das aulas de História, foi tudo isso que gerou a corrida espacial, situação que fez com que os Estados Unidos mandassem o homem à Lua. Além disso, a influência comunista na Ásia poderia ter sido determinante para uma dominação marxista em toda a Europa, e o muro de Berlim provavelmente não teria existido.
Voltando ao campo das pesquisas, as ideias de Einstein foram essenciais para transformações tecnológicas, já que as teorias anteriores a ele não davam conta de explicar mundos virtuais criados com base em equações matemáticas em áreas como a inteligência artificial.
Ou seja: dificilmente teríamos micro-ondas, notebooks, video games e diversas outras invenções, que só foram possíveis a partir de pesquisas, teorias e afirmações do físico alemão. O mundo com certeza seria muito diferente do que vemos hoje.
Esse tipo de condição permite que a paciente tenha uma supervisão das cores no mundo. Entenda aqui como isso acontece
Você consegue conceber a ideia de que há muitas cores na natureza que
você simplesmente não enxerga? Essas cores existem, mas a anatomia dos
olhos humanos não nos permite vê-las. Fisiologicamente falando, imagine
que os olhos têm, geralmente, três cones que capturam as imagens que
enxergamos e enviam ao nosso cérebro as informações correspondentes a
essas cores. Resumidamente, é assim que funciona. Esse grupo é conhecido
como tricromata, devido à presença dos três cones.
Quem é daltônico tem apenas 2 cones que funcionam perfeitamente e,
por isso, a percepção de cores de uma pessoa com daltonismo é menor do
que uma pessoa sem essa condição. Se antes tínhamos os tricromatas,
nesse caso a Ciência classifica o grupo como dicromata.
Há algum tempo, porém, cientistas descobriram uma mulher que tem
quatro cones e pode enxergar 99 milhões de cores a mais do que uma
pessoa tricromata, sendo, portanto, uma tetracromata. Estamos falando de
cores que não possuem nomes, já que não podem ser vistas pela maioria
das pessoas.
A pesquisadora Dr. Grabriele Jordan disse ter passado 20 anos à
procura de um tetracromata e encontrou sua primeira paciente há cerca de
dois anos. A mulher não teve o nome revelado, mas se sabe que é uma
médica inglesa e, apesar de ser a primeira tetracromata relatada
cientificamente, alguns médicos acreditam que há mais pessoas com essa
característica extremamente rara no mundo.
Dr. Gabriele explicou que durante suas pesquisas, chegou a encontrar
outras pessoas tetracromatas, mas que por algum motivo não tinham a
característica dessa multivisão de cores. Se você está se perguntando
como é o mundo de alguém que enxerga 99 milhões de cores a mais do que o
normal, saiba que isso é considerado impossível de se explicar
verbalmente. É como tentar explicar a um cego de nascença o que é um
mundo colorido.Continue Lendo »
Estudos apontam que a falta de libido pode ser o resultado do tédio e dos relacionamentos monogâmicos.
Se você leu o título acima e ficou se perguntando o que é que um
medicamento utilizado para tratar disfunções sexuais masculinas tem a
ver com as mulheres, saiba que a questão é muito mais complexa do que
isso. Existem inúmeras drogas em teste, desenvolvidas para solucionar
problemas relacionados com a libido feminina, mas o que os pesquisadores
vêm descobrindo é que o próprio cérebro delas pode guardar a fórmula
mágica para essa questão.
De acordo com um interessante artigo publicado pelo The New York Times,
conforme as mulheres vão envelhecendo, o desejo sexual vai diminuindo
muito mais rapidamente do que acontece com os homens, tanto que alguns
estudos sugerem que entre 10 e 15% das mulheres sofre de frigidez, o que
pode ser devastador para os relacionamentos.
Isso ocorre porque, biológica e culturalmente falando, as
mulheres deixam de sentir interesse pelo sexo uma vez que os seus
organismos não precisam mais se preparar para conceber filhos. Assim,
acabou se consolidando de que a ideia de que, ao contrário dos homens,
que estão programados para produzir “sementinhas” e semear a vida
enquanto seja possível, as mulheres nascem com um número determinada de
óvulos, e uma vez eles terminem, já era.
E já que estamos abordando o aspecto cultural da questão, não podemos
deixar de mencionar a noção de que as mulheres são criaturas que se
apegam aos seus parceiros e que tudo o que elas mais querem é passar o
resto de suas vidas com eles em uma relação monogâmica, — mais uma vez — ao contrário dos homens, que não foram programados para serem totalmente fiéis.
Contudo, vários pesquisadores argumentam que, apesar da relação entre
perda de desejo e envelhecimento ser encarada como um processo
biológico natural, estudos apontaram que, muitas vezes, o problema é
provocado pelo tédio. E mais: algumas pesquisas inclusive sugerem que as
mulheres, assim como os homens, não foram programadas para serem fiéis,
e que o sexo casual e relacionamentos não monogâmicos podem ser a
solução para a frigidez.
O problema é que mulheres heterossexuais são condicionadas a
acreditar que o segredo para a felicidade é encontrar um único parceiro
para toda a vida — independente de que o relacionamento seja bom ou não
—, e essa expectativa acaba por magoar a ambos, homens e mulheres. Além
disso, as mulheres são condicionadas a não terem controle sobre sua
sexualidade e a não explorá-la.
Então, seria o fim dos relacionamentos monogâmicos o novo Viagra
feminino? Não necessariamente, já que o que muitas mulheres ainda
preferem é ter um único parceiro. E é justamente por essa razão que,
embora inúmeros cientistas estejam trabalhando no desenvolvimento de
medicamentos mágicos que contornem o tédio e a falta de desejo feminino,
a resposta talvez esteja em uma mudança de paradigmas.
Existem medicamentos sendo testados atualmente — como o “Lybrido” —,
mas eles ainda não apresentaram índices de sucesso mensuráveis.
Entretanto, a questão parece estar muito mais relacionada com o
condicionamento psicológico do que com um problema biológico. Segundo os
cientistas, os homens recebem desde pequenos mensagens de que suas
masculinidades são definidas pelo sexo e pelo poder.
Além disso, os meninos também são encorajados a pensar em sexo o
tempo todo, o que acaba por fortalecer conexões neurais associadas ao
desejo. Já as mulheres, de forma geral, recebem mensagens diferentes e
não necessariamente positivas, que as levam a pensar menos sobre o sexo.
O efeito nelas, como você já deve ter deduzido, é o contrário,
resultando em conexões neurais muito mais fracas e menos consolidadas.
Portanto, embora o desenvolvimento de medicamentos seja importante e
muito útil — não há dúvidas sobre isso —, quanto mais robustas forem as
conexões neurais relacionadas com o desejo sexual, maior será a
probabilidade de que a libido não desapareça e que o interesse continue
presente mesmo com o passar do tempo.
Em outras palavras, mais do que pílulas mágicas ou novas drogas,
talvez uma nova forma de pensar sobre o sexo, sobre os relacionamentos e
sobre o que realmente faz cada um mais feliz seja a melhor terapia para
manter a libido em dia.
Confira algumas questões que poderiam ser esclarecidas se pudéssemos voltar ao passado.
O que não faltam neste mundo são mistérios ainda por explicar, como,
por exemplo, estruturas milenares sobre as quais muito se especula e
pouco se sabe, crimes que jamais foram solucionados e doenças mortais
estranhas. Assim, imagine só se algum dia alguém inventasse uma máquina
que nos permitisse voltar até determinados pontos da História!
Com uma engenhoca dessas, além de poder trazer para o futuro o
conhecimento dos antigos, também poderíamos desvendar mistérios que vêm
intrigando a humanidade há décadas — e até mesmo séculos. Pensando nessa
questão, o pessoal do site io9
publicou um interessante artigo no qual lista algumas questões que
jamais puderam ser explicadas claramente, as quais você pode conferir a
seguir:
Conhecida como “Doença do Suor”, esta terrível praga atingiu a Europa
— principalmente a Inglaterra — durante os séculos 15 e 16. As vítimas
apresentavam sintomas que começavam com uma terrível sensação de medo e
mau presságio. Após algumas horas, elas se tornavam febris e começavam a
transpirar profusamente e, depois de um ou dois dias, acabavam
morrendo.
Mais de três milhões de pessoas perderam suas vidas na época devido à
doença, e até hoje ninguém sabe ao certo o que é que provocava a
enfermidade nem como ela era transmitida. Especula-se que a Sudor anglicus
era provocada por algum tipo de hantavírus, e a nossa máquina do tempo
permitiria que cientistas voltassem no tempo para coletar amostras de
sangue dos infectados para poder explicar o que é que ocasionava esse
terrível mal.
Esse incrível códice já foi mencionado em uma de nossas matérias,
e, apesar de toda a tecnologia que temos disponível hoje em dia, pouco
se sabe sobre esse misterioso livro. Acredita-se que ele tenha cerca de
600 anos, e, quem quer que seja o autor, o escreveu em um código que
jamais foi decifrado. O volume conta com 240 páginas repletas de
ilustrações e textos e recebeu o nome “Voynich” devido ao livreiro que o
comprou em 1912 na Itália.
Apesar de especialistas em criptografia de todo o mundo não terem
conseguido quebrar o código do manuscrito ainda, análises atuais
mostraram que os padrões internos do texto mostram ter consistência, e a
datação por radiocarbono apontou que material que compõe o códice é do
século 15. A máquina fantástica permitiria enviar historiadores de volta
no tempo periodicamente para verificar os registros históricos e tentar
pegar o autor no pulo!
Todo mundo conhece Stonehenge, o famoso círculo de rochas localizado
na Inglaterra. Mas quem construiu esse misterioso monumento e para qual
finalidade ele servia exatamente? Hoje sabemos que Stonehenge foi criado
na Idade do Bronze, que conta com blocos que chegam a pesar 50
toneladas e a ter cinco metros de altura e que a estrutura é composta
por círculos concêntricos de três períodos diferentes, compreendidos
entre 3100 e 2075 a.C.
No entanto, se pudéssemos enviar arqueólogos e engenheiros através do
tempo, além de desvendar o mistério sobre como e por quem esse incrível
monumento foi construído, descobriríamos de uma vez por todas se ele
foi concebido para fins astronômicos, religiosos ou mágicos.
O Rongorongo é um sistema de hieróglifos encontrados em peças de
argila na Ilha de Páscoa. Os objetos foram descobertos no século 19 e
despertaram a curiosidade dos pesquisadores porque não existem
evidências de que a antiga população — os Rapa Nui — tivesse
desenvolvido qualquer tipo de linguagem escrita. Assim, ninguém sabe o
que os desenhos significam, nem mesmo se realmente se trata de algum
tipo de alfabeto.
O sistema de escrita atual é baseado no alfabeto latino, que foi
imposto pelos missionários e colonizadores que chegaram à Ilha de Páscoa
e alfabetizaram o povo de lá. Assim, para decifrar quais são as
mensagens misteriosas escritas nessas curiosas tábuas de argila,
poderíamos enviar linguistas ao passado para aprender o código
utilizado.
Embora este não possa ser considerado como mistério científico
propriamente dito, imagine só se pudéssemos enviar uma equipe de “CSI”
para investigar e até descobrir a identidade de um dos assassinos em
série mais famosos da História. Jack, o Estripador, aterrorizou o
distrito de Whitechapel, em Londres, no final do século 19, e tinha como
vítimas mulheres que se prostituíam para ganhar a vida.
Os suspeitos vão desde membros da realeza britânica até fugitivos
norte-americanos, e, mesmo depois de décadas de investigações, ninguém
sabe quem cometeu os assassinatos. É claro que nem sempre é possível
desvendar crimes — mesmo nos dias de hoje —, mas seria interessante
poder voltar no tempo e empregar toda a tecnologia de vigilância e
técnicas forenses das quais dispomos na atualidade, você não acha?